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segunda-feira, 2 de março de 2009

Ricardo Camarço perdeu 02-03-2009

Prefeito Robert Freitas venceu no TRE-PI por 6 votos a 0; Veja

liminar concedida pelo juiz Valter Alencar Rebelo reconduziu Robert Freitas ao cargo

Prefeito Robert Freitas
Prefeito Robert Freitas

Por 6 votos a 0, o prefeito de José de Freitas Robert Freitas (PSDB) foi mantido no cargo. O segundo colocado Ricardo Camarço (PPS), através de seus advogados, entrou com pedido de suspensão da liminar que mantinha Robert, acusado de compra de votos e que fora cassado.

A decisão de cassação é da juíza Maria Zilnar Coutinho Leal. O presidente da Câmara Municipal de José de Freitas chegou a assumir a prefeitura de José de Freitas, mas uma liminar concedida pelo juiz Valter Alencar Rebelo reconduziu Robert ao cargo.




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Deputado 02-03-2009

APÓS INSPEÇÃO DO CNJ, denunciantes recebem ameaças

POLÊMICA NO JUDICIÁRIO DO PI CONTINUA: Deputado diz que audiência gerou muito mal estar

Deputado João de Deus
Deputado João de Deus

Em pronunciamento na tribuna da Assembleia, na sessão desta segunda-feira (02), o deputado João de Deus Sousa, líder do PT naquela Casa, denunciou que as pessoas que apresentaram reclamações públicas ao CNJ (Conselho Nacional de Justiça) contra juízes e desembargadores, do Piauí, estão sofrendo ameaças de retaliações.

Ele pediu proteção aos denunciantes e comentou que quando aceitaram participar da audiência aquelas pessoas imaginavam que não sofreriam qualquer tipo de coação por parte dos denunciados. “Agora, vejo na imprensa ameaças veladas contra estas pessoas.”

João de Deus afirmou que se isso acontecer, o CNJ ficou desmoralizado. “Se não tinha como garantir a integridade dos denunciantes, o Conselho deveria ter realizado sessão privada.” O parlamentar leu artigos publicados no jornal Diário do Povo pelo professor universitário Fonseca Neto e jornalista Mário Rogério. Eles afirmam que a “venda de sentenças” é comentamente nos bastidores, notadamente nos corredores do próprio Tribunal de Justiça.

“Advogados chegam para nós e dizem que o que foi denunciado não é um décimo do que realmente ocorre.” No seu entendimento, as denúncias formuladas deveriam ter sido abordadas pela mídia nacional.

O deputado citou as denúncias do empresário Danilo Damásio e do odontólogo Gilberto Mendes de Oliveira contra o desembargador José de Ribamar Oliveira, vice-presidente do TJ-PI. “Só espero que não nos venham depois com punições paliativas, como aposentadorias antecipadas, que preservam integralmente os valores percebidos pelos que são culpados.”

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domingo, 1 de março de 2009

E CADÊ A POLÍCIA ROBERT?

'Seu ladrão, por favor, devolva os meus documentos'

- Alô, diz o que tu tá querendo rapaz. Achou pouco?

- Quero só que vocês devolvam meus documentos que eu retiro a queixa que dei na polícia.

O dialógo foi travado, por telefone, neste sábado (28/02) entre o cinegrafista Mário Arthur e um assaltante que havia lhe humilhado, roubado e ameaçado de morte horas antes. Mas não adiantou, os bandidos ficaram foi sorrindo do cinegrafista depois do telefonema.

Mário foi abordado na madrugada de sábado (28), no bairro Cidade Nova, zona sul de Teresina, ao sair da produtora em que trabalha. Três jovens, um deles armado, humilharam e ameaçaram matar o cinegrafista.

Roubaram seu celular, um pen-drive, documentos e dinheiro.

Estava só começando a agonia do cinegrafista: telefonou para o número 190 (de emergência da Polícia Militar do Piauí), mas ninguém atendeu. Teve que ir pessoalmente à Delegacia do 6º DP para registrar a ocorrência. E pronto. Ficou por isso mesmo.

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sábado, 28 de fevereiro de 2009

Defendeu os desembargadores

WELLINGTON acusa o Judiciário nacional de não ajudar PI

GOVERNADOR DISSE:'Tá na hora do Judiciário Nacional ajudar a melhorar o Judiciário local'

Governador Wellington Dias
Governador Wellington Dias

“Acho que está na hora do Judiciário Nacional procurar uma forma de ajudar a melhorar Judiciário local”, foi assim que o governador Wellington Dias respondeu às criticas de que o Poder Judiciário do Piauí vive um momento de crise por dispor de poucos recursos em seu orçamento.

Segundo o governador, o Judiciário Nacional pode ampliar suas parcerias e firmar convênios com o Tribunal de Justiça do Piauí para que a estrutura venha a ser melhorada bem como ajudar a facilitar a liberação das emendas federais de bancada que são destinadas ao Judiciário do Estado.

Wellington Dias defendeu a postura dos desem-bargadores e do presidente do Tribunal de Justiça, Raimundo Nonato da Costa Alencar. De acordo com o governador, não há porque duvidar da conduta dos membros do Judiciário do Piauí. “Não é porque existe uma acusação contra um ou outro que devemos generalizar”, acrescentou. Ele afirmou ainda que não há como aumentar o valor de repasse, através de uma suplementação, para o Judiciário, pois segundo ele o valor já está no limite. O valor destinado ao Tribunal de Justiça do Estado para o exercício de 2009 é de R$ 234 milhões. O presidente do Tribunal, desembargador Raimundo Nonato Alencar, chegou a se reunir com o governador Wellington Dias para pedir uma suplementação, mas o pedido foi negado.

Ainda sobre as acusações que sofreram alguns desembargadores durante a audiência com o ministro Gilmar Mendes, o governador disse que só irá expressar uma opinião quando ouvir todas as partes. “Eu tenho absoluta confiança no Judiciário do Piauí, e tenho certeza que o presidente Raimundo Nonato Alencar, vai saber conduzir tudo com a maior maestria e a população vai continuar confiante”, afirmou o governador.


Se o judiciário está passando por momentos de crise e sem orçamento como eles querem alegar, imagina nós da população que sofremos com muito menos do que o orçamento de juizes, imaginem os soldados da policia militar que tem filhos para criar tem mulher e dispoe de recursos que nem bandido aceita para viver com dignidade...

Tá na hora de mudar essa vergonha toda, não quero nem chegar a imaginar que toda essa situação vá terminar igual a situação do Roberto Jefferson que após ser acusado de corrupção e mentor do mensalão do governo ele se saí vitorioso e um exemplo para nós com direito de participar de discursos em palanques como um verdadeiro exemplo no nosso Brasil, sendo que na verdade é um simbolo de corrupção e o final de tudo foi que ele saiu mais vitorioso e forte depois de ser acusado do crime de corrupção...

Vejamos caro leitor do blog de notícias, que baseado em juizes muito inteligentes que passaram sua vida toda estudando perdendo dia e noite de sono, chego até a acreditar que diante de tanta inteligente desses juizes a categoria dos mesmo vão sair fortalecidos e se duvidar seus salários milionários serão mais altos ainda e com mais recursos ou seja o final de toda essa notícia é de um judiciario mais forte e com mais recursos e com a mesma morosidade de antes, vamos esperar para ver toda essa história acontecer...

Como sempre venho dizendo estou acompanhando tudo de camarote...e até chego a sentir dó de juizes dizendo na televisão que presisam de mais recursos para trabalharem bem...kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk... Pense que não é só a sua categoria que precisa mais a população como um todo...Abraços e até a próxima notícia...

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sexta-feira, 27 de fevereiro de 2009

NA JUSTIÇA DO PIAUÍ

CNJ descobre salários alto demais e assessores em excesso

Terminou a devassa de dois dias no Judiciário do Piauí. Mesmo assim, o Tribunal de Justiça do Estado ficará em permanente inspeção por parte do Conselho Nacional de Justiça (CNJ). No segundo dia, os membros do CNJ analisaram denúncias de nepotismo, cargos de confiança em excesso, salários acima do teto constitucional e morosidade no julgamento dos processos.

Todos os casos levantados nos dois dias de inspeção serão transcritos em um relatório e apresentados ao pleno do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), que tomará as providências.

O Corregedor Nacional, ministro Gilson Dipp, voltou a falar das desigualdades que estão presentes no Judiciário, ressaltando que existe uma má administração de recursos. “Temos tribunais com uma estrutura digna e a primeira instância abandonada”, relatou. O ministro enfatizou a falta de estrutura das comarcas do interior. Segundo ele, a Justiça de primeiro grau, que está mais próxima do povo, está completamente sem estrutura. “O juiz está praticamente abandonado, sem recursos materiais, fazendo com que o juiz se acomode a essa situação e não preste o serviço eficaz que todos nós esperamos”, criticou.

O Corregedor Nacional afirmou que a atuação do Ministério Público tem deixado a desejar em alguns casos. “O Ministério Público não se faz presente ou se o faz é esporadicamente”, disse. O ministro enfatizou que abertura para ouvir as críticas da população é um dever do CNJ. O Corregedor disse esperar que todas as “mazelas” que foram expostas sirvam para aprimorar o funcionamento da justiça no Piauí. “Vamos propor as medidas cabíveis e cobrar para que elas sejam cumpridas”, frisou.

CLIQUE AQUI E LEIA: Denúncias de Corrupção e Morosidade na Justiça do Piauí

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Rebateu o 'Caso Precatório'

Presidente do TJ fala ao 180graus e desabafa sobre Inspeção do CNJ

Alencar elogia o trabalho do CNJ, mas considera que houve uma exposição 'no mínimo inesperada'

O presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador Raimundo Nonato Alencar, recebeu a reportagem do 180graus em seu gabinete, na tarde desta sexta-feira, dia 27, e fez um verdadeiro desabafo sobre o trabalho do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) Aproveitou para esclarecer ao Maior Portal do Piauí o Caso Precatório, em que funcionários do TJ-PI foram denunciados de ter feito um 'rateio'.

Alencar elogia o trabalho do CNJ, mas considera que houve uma exposição "no mínimo inesperada". Para o presidente do TJ, a audiência pública realizada no auditório do CNJ poderia ter feito uma espécie de advertência prévia, pois expuseram nomes de magistrados, servidores e outros memrbos que fazem parte do judiciário local. "Não creio que seja justo ir à uma seção publica para dizer que um magistrado é bandido. Isso não é democracia, isso é anrquia", afirmou.

Sobre o Caso Precatório, o desembargador ressalta que confia plenamente em sua equipe de trabalho e condena a denúncia feita pelo servidor público Antonio Pereira de Oliveira, de 60 anos, aposentado da Sefaz (Secretaria Estadual de Fazenda). Este denunciou que houve um benefício, de cerca de R$ 340 mil, rateado por funcionários da instituição. Na verdade, segundo esclarece o próprio TJ-PI, este vendeu um precatório para Gentil do Monte Soares Neto, funcionário da Caixa.

ALENCAR REBATE DENÚNCIAS
O presidente do TJ disse e mostrou as provas ao 180graus através de documentação, que o senhor Antonio tinha vendido o precatório para Gentil. Por conta disso, ao invés do pagamento ser feito ao aposentado, foi feito para o funcionário da Caixa. "Juntamente com a sua mulher, o senhor Antonio Oliveira cedeu os valores seu precatório para o senhor Gentil Monte. Com isso lavrado em cartório, lavratura esta anterior à minha gestão, em março de 2008, e portanto anterior à atual composição do setor de precatórios, se habilitou do precatório que lhe era de direito", explicou.

MANDOU INTIMAR O DENUNCIANTE
Alenca informou ainda que, conforme documentação, Antonio já havia vendido o precatório por pelo menos duas vezes. "Chamei o senhor Gentil para conversar, através do superintendente da Caixa no Piauí. Este negou que tivesse dito ao senhor Antonio Oliveira. Negou e mais: disse que vai processar, através de sua advogada, o senhor Antonio. Mas mesmo assim eu não estou satisfeito só com isso. Mandei encaminhar oficio aos dois cidadãos e compareçam na minha presença. Formalmente os dois. Vao ser intimados e, momentos distintos. Se não vierem desmentir ou confirmar, vão ser interpelados judicialmente. Porque não admito jamais que imputações graciosas e leviandades fiquem sem a resposta devida".

INSPENÇÃO IDENTIFICA PROBLEMAS

Falando sobre a Inspeção do CNJ no Judiciário do Piauí, o presidente do TJ disse que não pode ser encarado como uma afronta, mas sim como uma forma de fiscalizar e dectetar os eventuais problemas. "Não chamaria (a inspeção) de normal, mas sim de legal. Pois uma inspeção de um órgão superior sobre outro é uma previsão legal. É um dever legal do CNJ. Existe exatamente para orientar, fiscalizar e quando for o caso punir todos os segmentos que são hierarquicamente inferiores. Isso não pode ser encarado como afronta, mas sim com naturalidade. É salutar, pois fiscaliza noossas eventuais mazelas, nossas dificuldades. Além disso, o CNJ veio com o próposito de melhorar, de ajudar o judiciário local. Principalmene quando temos um tribual sem dinheiro e sem estrutura, como é esse nosso".

FALTA DE RECURSOS É MUTO GRANDE

O desembargador lamentou que o repasse de recursos ainda seja insuficiente para melhoria da estrutura do judicário piauiense. "Falta um maior repasse do Executivo, da altura do poder judiciário. Quero aproveitar aqui para esclarecer às pessoas desavisadas, que insistem em dizer que esse dinheiro vai servir para aumento de salário de magistrados, que não é assim que ocorrem as coisas. Essa verba é somente para investimenos judiciais. Nem pode ser usado para pagamento de pessoal. É uma ignorância de quem pensa que o aumento é para repasses de magistrado. Temos muitos problemas por conta da falta de recursos. Teresina, aliás, é a única que não tem Fórum. Essa construção ao lado, nunca saiu. Não temos dinheiro. Vale lembrar a boa vontade do governador (Wellington Dias). Mas só temos R$ 5 milhoes em caixa. É insuficiente. E essa inspeção do CNJ pode ter despertado os outros poderes sobre a necessidade de se investir no judiciário".

AUDIÊNCIA PÚBLICA VIROU UMA ANARQUIA

Para Alencar, a audiência pública realizada na inspeção do judiciário promovida pelo CNJ poderia ter evitado algumas situações embraçosas, que expôs nomes da magistratura. "A exposição foi até certo ponto inesperada. Acho que é democrático comparecer a uma situação daquelas, ser ouvdo e protestar. Mas apontar dedos contra um juiz e dizer que o considera um bandido não democrático. Quando se aponta o dedo denegrindo a honra de uma pessoa, seja em que posição for, isso foge da normalidade. Não creio que seja justo ir a uma seção pública para dizer que um magistrado é bandido. Isso não é democracia. Isso é anarquia. Quando deram a palavra à pessoa, deveriam ter maiores cuidados. Deveriam ter feito uma advertência prévia. Essas pessoas ofenderam magistrados nominalmente e se não provarem vão ser penalizadas. Aliás, a própria pessoa deveria ter consciência disso. Não existia ali nenhum débil mental. Se não provarem o que denunciaram, cabe ao judiciário punir. Da mesma forma que, se for comprovado, irão ser punidos, seja quem for. O CNJ tomará as suas atitudes e o judiciário local também. Eu prefiro custar a acreditar que um magistrado esteja trabalhando de maneira irresponsável".


O bixo vai pegar juizes...
Antes apontava o dedo para pobres agora aponta o dedo é para os juizes que são os responsaveis por muito erros na justiça...
Estou adorando tudo isso...
Na verdade amando tudo que está acontecendo, peço que o Sr. Secretário de Segurança Pública Dr. Robert Rios Magalhaes não se afronte agora que o bixo ta pegando e continue firme para vermos de perto toda a sujeira que antes era impossivel de vermos e só agora depois de milhares de anos estamos vendo, graças a alguns poucos com muita coragem estão mostrando realmente serviço na televisão...
Não queremos só discurso na tv queremos é solução!!!

Valeu Robert Rios Magalhaes pelo brilhante serviço prestado até o momento...
Estou gostando de ver todos os dias na tv essa vergonha começando a aparecer e tonar público...isso eu ja sabia que existia mas só agora estou vendo nos meios de comunicação graças a pessoas com muita coragem como é o caso do Sr. Secretário de Segurança Pública do nosso estado...Parabéns mesmo...

Quero continuar vendo tudo isso de camarote...todos os dias estou assistindo jornal e acompanhando tudo de perto...

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Oliveira diz que foi calúnia

Desembargador não sabe se vai processar Danilo Damásio

Desembargador Oliveira afirmou que sentiu-se caluniado pelo empresário Danilo Damásio

Em entrevista ao 180graus, o desembargador José de Ribamar Oliveira afirmou, nesta sexta-feira, dia 27, que ainda não sabe se vai ingressar com ação judicial contra o empresário Danilo Damásio. Ele disse que neste momento está preparando a sua defesa perante o CNJ (Conselho Nacional de Justiça), diante da denúncia apresentada por Damásio, que o acusou, entre outras coisas, de prevaricação e tráfico de influência.

O desembargador afirmou que sentiu-se caluniado pelo empresário. Poderá ingressar com processo de reparação contra Damásio. “Ele (Damásio) está inconformado com despacho por mim concedido que sustou leilão de um imóvel no qual ele tem interesse. Tomei esta decisão por livre convencimento. Meu entendimento foi aquele.”

Ele disse ainda que não houve qualquer interferência de quem quer que seja, até porque não vê o empresário Jesus Elias Tajra há vários meses e não privaria com ele de nenhuma relação pessoal. Admitiu que realmente recebeu a visita do secretário de Segurança Robert Rios Magalhães, que foi lhe pedir para dar agilidade ao processo. “O secretário ficou chateado com as afirmações do empresário, já me telefonou e disse que vai depor em meu favor em qualquer parte.”

Oliveira ficou particularmente irritado com as acusações contra seus filhos, os advogados Ciro e Bruno Oliveira. Afirma que eles sequer andam no Tribunal de Justiça e que possuem apenas um processo em trâmite naquela Corte. “Meus filhos são jovens humildes, não usam roupa de grife, não costumam frequentar a vida noturna e, seguramente, não têm nenhuma ingerência sobre minha atuação como magistrado”.

CLIQUE AQUI E VEJA A PRIMEIRA INFORMAÇÃO SOBRE O ASSUNTO

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Levantou polêmica no CNJ

É EXCLUSIVO: Empresário R. Damásio implora por Justiça

É O CASO RIO POTY: Empresário Rufino Damásio fala pela primeira vez sobre dívida milionária

Após toda a repercussão do caso em que o empresário Danilo Damásio denunciou durante audiência pública realizada pelo Conselho Nacional de Justiça (CNJ), sobre a cobrança de uma dívida milionária em desfavor da empresa Hotel Rio Poty S. A., o 180graus procurou ouvir o autor da ação, pai de Danilo, também empresário, Rufino Damásio.

Pela primeira vez ele aceitou falar sobre o assunto em entrevista. Com exclusividade, revelou que faz tempo que implora por justiça em todas as esferas do judiciário. Rufino Damásio, ou R. Damásio, como é mais conhecido, ingressou com ação na Justiça para cobrar uma dívida de R$ 1,2 milhão que foi confessada em cartório pelos proprietários do Hotel Rio Poty Edson Tajra e Paulo Tajra. A dívida hoje é de aproximadamente R$ 3,5 milhões. Esta ação faz tempo que já transitou em julgado no Supremo Tribunal Federal (STF).

“Estou executando uma carta de sentença transitada em julgado. Mas uma liminar de um mandado de segurança proferida por um magistrado entendeu que no meu processo ainda cabem recursos. Mesmo eu juntando todas os documentos provando o contrario, inclusive extratos do STF, o desembargador insiste em manter uma liminar impedindo o leilão que garante a divida, que é o prédio do próprio Rio Poty. Pra convencer ao desembargador, mesmo sem necessidade, fiz uma carta de fiança bancária contabilizada inclusive no Banco Central no valor de R$ 17.700.000,00 (dezessete milhões e setecentos mil reais) e anexei ao processo. Nada disso foi suficiente para convencer o desembargador a me dar o meu direito que pleiteio há quase uma década. A Justiça do Piauí tem homens de bem, mas infelizmente a ação de um ou dois magistrados que agem sobre emoções diferentes da do direito e da justiça, emporcalham a imagem de seus pares e da instituição", afirmou.

Damásio disse que diante desta situação, que parece não ter fim, concordou que o filho, Danilo Damásio, fosse ao CNJ fazer a denúncia, e fez questão de que a denuncia fosse também feita à presidência do Tribunal de Justiça do Piauí. “Não é possível que agora, diante de toda a sociedade, agora que o assunto se tornou público, magistrados e pessoas de bem de dentro do judiciário não tomem as devidas providências. Eu estou muito, mas muito esperançoso mesmo, de que a partir de agora teremos a Justiça que eu há tanto tempo procuro”.

CLIQUE AQUI E VEJA COMO FOI A PRIMEIRA INFORMAÇÃO SOBRE O CASO

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CALAR? O AI5PIAUI NÃO CALA!

JUSTIÇA NO PIAUÍ. 'Corrupta e morosa'

Reclamações ao Conselho Nacional de Justiça. VEJA AQUI TODOS OS CASOS

Morosidade, abuso de poder, corrupção e trafico de influência, essas foram algumas das principais queixas feitas pelas 115 pessoas que se dispuseram a participar efetivamente da audiência pública realizada pela Corregedoria Nacional de Justiça no judiciário do Piauí. Casos que esperam há mais de 20 anos por uma solução e negligência no atendimento dos necessitados foram relatados ao ministro corregedor Gilson Dipp que ouviu as 69 pessoas que se inscreveram para se pronunciar oralmente na audiência pública. As demais preferiram fazer manifestações reservadas e por escrito.

Um engenheiro civil de 62 anos, contou que aguarda desde 1986 uma solução para o seu conflito judicial. Vítima de acidente de trabalho ocorrido quando tinha 40 anos ele pleiteia no judiciário estadual a indenização pelos salários que deixou de receber devido ao período em que ficou sem exercer suas funções. O engenheiro afirma que seu processo está recheado de irregularidades, sendo que uma delas seria o fato de o irmão do motorista que dirigia o veículo que o atropelou ter assumido a autoria do acidente por ser uma pessoa influente. O engenheiro alega, ainda, que seu processo foi todo renumerado e rasurado pelo 2º Ofício de Teresina e isso seria uma prova de “tráfico de influência da justiça”.

Durante a audiência o ministro Gilson Dipp afirmou que foi verificada desorganização no sistema de precatórios local. Dois depoentes podem ter sido prejudicados pela deficiência. O aposentado Antônio afirmou que o Estado foi condenado a lhe pagar uma indenização por tê-lo afastado indevidamente do serviço público durante sete anos. O aposentado informou que teria direito a receber cerca de R$ 65 mil reais, e recebeu apenas R$ 14 mil devido a irregularidades no pagamento do precatório.

Já a professora aposentada Maria reclamou do processo no qual o Estado foi condenado a pagar seus precatórios, cuja sentença transitou em julgado desde 1993, mas até agora ela não recebeu os R$ 43 mil a que teria direito. “O cidadão devia ter o direito de usufruir antes de morrer”, disse, ao afirmar que estava com 64 anos, dos quais passou 32 se dedicando ao magistério.

A inspeção no judiciário do Piauí começou nesta quarta-feira (25/02) devido a problemas verificados pelo Conselho Nacional de Justiça em seu funcionamento. O Corregedor Nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, afirmou que será instalada uma inspeção permanente no Estado a exemplo da que foi realizada em Manaus. Além do presidente do Conselho Nacional de Justiça (CNJ) e do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Gilmar Mendes e do corregedor nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp, a audiência contou com a participação do conselheiro José Adonis Callou de Araújo Sá, do secretário-geral do CNJ, juiz Alvaro Ciarlini, de juízes auxiliares e de servidores do Conselho.

(Agência CNJ de notícias)


Desembargador acusado de favorecer namorada em processo

O cirurgião-dentista e agropecuarista Gilberto Mendes de Oliveira denunciou o desembargador José de Ribamar Oliveira. Ele contou na audiência pública do Conselho Nacional de Justiça que foi alvo de ação por parte de uma ex-concumbina, que identificou como Maria do Carmo Linhares Azevedo.

Na época, segundo sua denúncia, Oliveira era juiz e decidiu em favor da mesma por já estar, também conforme o denunciante, assumindo relacionamento com a requerente. Foram bloqueados seus proventos para pagamento da ação. Oliveira foi promovido a desembargador. O denunciante afirmou que está sendo perseguido há sete anos.

Já o médico Fernando Correia Lima, vice-presidente do CRM e servidor público federal, foi à audiência reclamar da morosidade do STF em julgar recursos. Ele disse que tem um recurso há três anos no STF para ser julgado, sobre a incorporação de gratificações nos salários dos servidores federais, impetrado pela Advocacia Geral da União, que nunca saiu do lugar. Esse é apenas um, mas existem muitos recursos que nunca dão continuidade e os ministros sempre protelam porque não precisam obedecer a ninguém", criticou o médico.

Segundo Fernando Correia Lima, servidores federais do Legislativo e Judiciário já têm direito à incorporação, garantida pelo Tribunal de Contas da União (TCU). "Mas, os servidores do executivo, que são a maior parte, não tiveram direito por causa de um mandado de segurança da Advocacia Geral. O caso foi parar no STF e nunca saiu do lugar", acrescenta.

O médico salientou que sabia que a audiência era para tratar de assuntos que dizem respeito à Justiça local, mas ele disse que toda a rede está interligada. "Os processos começam aqui, mas por causa de recursos e mais recursos, os casos vão parar lá [STF] e acabam emperrando a Justiça daqui", explicou Fernando Correia Lima.


Desembargador Oliveira

Professora denuncia advogado por ação milionária contra Sinte

A presidente do Sinte-PI (Sindicato dos Trabalhadores em Educação Básica do Piauí), Odeni Silva, denunciou ontem ao Conselho Nacional de Justiça um processo que existe contra a entidade, impetrado pelo ex-advogado da instituição, Marcos Vinícius Furtado Coelho. Segundo informações de Odeni, o advogado cobra R$ 20 milhões, em honorários, pelo tempo de prestação de serviço à entidade.

Para pagar o valor ao advogado, o Sinte teria que descontar 15% do salários de todos os seus filiados durante 12 meses. "Nós precisamos ser ouvidos. Nem o sindicato e nem os servidores estão sendo ouvidos nesse processo. É um absurdo", reclamou Odeni.

Odeni Silva alega ainda que o advogado Marcos Vinícius teve privilégios na tramitação do processo dentro do Tribunal de Justiça. "Primeiro, ele já entrou em segunda instância, ou seja, pulou a primeira etapa do processo e foi direto para o Tribunal. O processo em questão já corre há mais de 2 anos e a presidente do sindicato teme que a decisão entre em vigor, representando prejuízo aos funcionários.

Denúncias ao CNJ duraram mais de 7 horas

Ontem, durante a audiência pública de inspeção do Judiciário do Piauí, pelo CNJ (Conselho Nacional de Justiça), várias denúncias foram apresentadas ao Corregedor Nacional de Justiça, ministro Gilson Dipp. Durante mais de sete horas seguidas, foram formuladas várias denúncias ao CNJ. Foram quase 150 inscrições para reclamações.

Os denunciantes fizeram a reclamação oral, em frente à mesa presidida pelo ministro Gilson Dipp, corregedor nacional da Justiça. As denúncias variavam de triângulo amoroso à venda de sentença, passando por negociação do pagamento de precatórios. O ministro ouviu atentamente mais de 55 reclamações com manifestação oral e o encaminhamento de documentação para os juízes auxiliares do CNJ.

Entre as denúncias feitas ao CNJ, há casos escandalosos e esdrúxulos. É o exemplo de um dentista e agropecuarista, casado, que teve o patrimônio dividido judicialmente com a concubina. Depois, ele descobriu que o magistrado que concedeu a sentença também era amante da mulher beneficiada pela decisão do hoje, que hoje é desembargador.

Há outro caso, de um homicídio prestes a prescrever, que foi investigado pela família da vítima, chegaram ao assassino, mas depois de uma semana do réu confesso preso na penitenciária, ele sumiu e o processo também. O delegado que presidiu o inquérito e o promotor que subscrevia a ação de crimes contra a vida foram acusados de estar envolvidos com o crime organizado no Estado.


Desembargador Alencar - esquerda - durante a audiência no TJ

Luciano Coelho


Palavra de desembargador

O presidente da Associação dos Magistrados do Piauí, desembargador Sebastião Ribeiro Martins, fez pronunciamento em defesa dos magistrados e chamou a atenção para o problema da insegurança em torno das comarcas do interior. Segundo ele, os juízes são na maioria das vezes obrigados a tomar decisões polêmicas e que mexem muito com a vida das comunidades. E, nesses casos, não contam com segurança específica, correndo até mesmo risco de vida.

Ele fez graves deúncias e polemizou ao questionar a ausência de assessoramento especializado e pediu a extinção dos cartórios particulares. Outra reclamação da AMAPI, segundo ele, foi a diminuição dos cargos em comissão do TJ-PI, além da criaçãode vagas para juízes auxiliares.

O desembargador Sebastião Martins disse também que as varas de Teresina têm em média cinco mil processos em tramitação, cada uma, e o juiz não tem assessor jurídico, portanto, tem que julgar sozinho. "Acreditamos que a magistratura deve ser um meio de vida e não um meio de morte. É humanamente impossível para um juiz julgar esta quantidade de processos", reclamou o magistrado.

Vice-presidente acusado de usar influência em outro caso

O Conselho Nacional de Justiça (CNJ) encerra o seu primeiro dia de trabalho no Piauí com uma denúncia grave para apurar: o vice-presidente do Tribunal de Justiça do Piauí, desembargador José Ribamar Oliveira, estaria usando de influência para evitar que o prédio do Rio Poty Hotel vá a leilão em uma questão que vale de R$ 3,5 milhões em favor do empresário Danilo Damásio.

Foi o próprio Danilo quem denunciou o desembargador Oliveira ao Conselho Nacional de Justiça. Já teriam até pedido dinheiro a ele para o leilão poder acontecer. As denúncias serão apuradas pelo Conselho Nacional de Justiça, que ainda vai ouvir a versão de José de Ribamar Oliveira.

Foi a denúncia mais grave apresentada ao Conselho Nacional de Justiça.

Constatou-se também que existem milhares de processos parados, muitos outros que estão prestes a prescreverem sem serem julgados.

E o caso de propina que teria sido dada para funcionários do Judiciário Piauiense.

O Conselho Nacional de Justiça também verifica as gratificações que são pagas aos magistrados e a disponibilidade de um grande número de pessoas nos gabinetes, além do nepotismo cruzado.

Os trabalhos do Conselho continuam no Piauí e o ai5piaui acompanha os trabalhos passo-a-passo.


Empresário Danilo Damásio

ai5piaui

DIREITO DE RESPOSTA

Em relação à matéria publicada por essa prestigiada editoria, relativamente à denúncia levada a efeito, contra minha pessoa, na audiência pública realizada no Tribunal de Justiça, pelo Exmo. Sr. Ministro Corregedor do CNJ, agradecendo, desde já a atenção que for concedida a esta correspondência e, para melhor esclarecimento desse prestigiado portal e aos leitores em geral, esclareço o seguinte:

Proferi uma decisão em Mandado de Segurança, interposto por Rio Poty Hotel, que alegou omissão do Poder Judiciário em decidir um Agravo de Instrumento, que pretendia sustar a decisão de um Magistrado de 1º grau, que determinava a alienação (leilão) do Rio Poty Hotel, em hasta pública numa execução provisória de sentença. Entendendo estar prejudicado, o proprietário do Rio Poty Hotel, ingressou com o mencionado Mandado de Segurança, objetivando suprir a omissão do Relator do Agravo de Instrumento.

Essa omissão violava o direito a uma prestação jurisdicional, que é um dos mais lídimos princípios constitucionais; diante dos requisitos denominados fumaça do bom direito e perigo da demora, essenciais à concessão de medidas liminares em situações urgentes, proferi despacho sustando os efeitos da decisão do magistrado, que determinara a alienação; Assim procedi, valendo-me do princípio do livre convencimento do Juiz, assente no Código de Processo Civil, que autoriza o Juiz a tomar suas decisões em atenção aos fatos e ao direito que lhes são suscitados, formando, assim, a sua convicção.

Os Magistrados, em situações dessa natureza, devem decidir com a urgência necessária. Recebi o Mandado algumas horas antes do mencionado leilão, e, como é do meu costume, em situações de urgência, vislumbrando a presença dos requisitos autorizadores, atuei com rapidez e concedi a liminar pleiteada. Nada mais fiz do que julguei ser meu dever de magistrado. Contudo, o Sr. Danilo Damásio, que assediou meu filho que é advogado, através de amigos, e nada conseguindo, resolveu assacar acusações inverídicas contra minha pessoa, primeiramente publicando matéria própria de imprensa marrom em seu jornal e, em seguida, aproveitando a vinda da Inspeção do CNJ, levou avante seu propósito em prejudicar minha dignidade e honra e, do mesmo modo a de meus filhos (que, aliás, desafio a quem tenha algo a dizer contra eles, pela retidão com que foram criados), por mero descontentamento e espírito de vingança.

Com relação à acusação de prevaricação, por ele levantada, esclareço que se trata de crime disposto no art. 319 do Código Penal: "Retardar ou deixar de praticar, indevidamente, ato de ofício, ou praticá-lo contra disposição expressa de lei, para satisfazer interesse ou sentimento pessoal”. Tal crime, em hipótese alguma foi praticado por minha pessoa, não retardei, não deixei de praticar qualquer ato que devesse por força de lei. Pelo contrário, agi com rapidez e eficiência, atendendo ao princípio de que todos têm direito a um provimento (resposta) jurisdicional, bem como ao princípio do Livre Convencimento do Juiz.

Outrossim, o Dr. Jesus Elias Tájra, em momento algum tratou com minha pessoa sobre qualquer processo, em especial o mencionado na injusta denúncia. E, jamais fui alvo de tráfico de influência advindo de qualquer pessoa, quer de familiares, quer do Secretário de Segurança do Estado do Piauí Robert Rios. Também, nunca falei ao Dr. Robert Rios que estaria atendendo a um pedido advindo do Dr. Jesus Tájra, pessoa que não vejo há muito tempo. Estou a serviço, unicamente, da Justiça do Estado do Piauí e do Brasil, da qual tenho muito orgulho e não meço esforços para trabalhar por ela e melhorá-la.

No que pese a falsidade da denúncia feita perante a Inspeção do CNJ, acredito que a vinda de representantes desse Órgão é importante para analisar e tentar sanar as deficiências existentes no âmbito do Poder Judiciário de nosso Estado e do Brasil.

Agradeço a oportunidade,

Atenciosamente,

Teresina, 26 de fevereiro de 2009.

José Ribamar Oliveira

Vice-Presidente do Tribunal de Justiça do Estado do Piauí

OUTRO DIREITO DE RESPOSTA DO TRIBUNAL DE JUSTIÇA DO PIAUÍ

O Tribunal de Justiça do Estado do Piauí, através da Secretaria de Assuntos Jurídicos, por intermédio do Secretário Cláudio Rêgo, vem, à sociedade piauiense esclarecer os fatos citados pelo Sr. Antônio Pereira de Oliveira, na Audiência Pública realizada hoje (26.02.09) no plenário deste egrégio Tribunal:

1) O precatório citado pelo Sr. Antônio Pereira de Oliveira foi vendido para o Sr. Gentil do Monte Soares Neto, através do Termo de Cessão de Direitos, que consta nos autos do processo (Precatório nº 00.001436-2) às fls. 86/91, com registro no Cartório Themístocles Sampaio, livro nº 437, à fl. 19, seguindo todos os pressupostos legais, inclusive com assinatura de sua esposa Sra. Maria de Fátima Diôgo Rodrigues.

2) O presente termo foi juntado aos autos e fora feito todo o procedimento da Cessão de Crédito de acordo com o que preceitua o art.286 e seguintes do Código Civil.

3) Não houve qualquer impedimento para a liberação do mesmo, tendo em vista que o pagamento foi determinado através de decisão da Presidência do TJ datada de 08 de agosto de 2008, e o depósito no valor líquido de R$ 233.658,34 (duzentos e trinta e três mil, seiscentos e cinquenta e oito reais e trinta e quatro centavos) foi realizado na conta corrente do Sr. Gentil do Monte Soares Neto, comprador do crédito, conforme documento em anexo.

4) O Presidente do Tribunal em sede de precatório apenas homologa a cessão de crédito, não interferindo no acordo quanto aos valores estipulados pelas partes e a maneira como o comprador do precatório vai pagá-lo ao vendedor, por se tratar de direito disponível, conforme determina a legislação pertinente.

5) O Tribunal de Justiça esclarece, ainda, que todos os precatórios são pagos exclusivamente através de depósito bancário, exigindo CPF do credor para total segurança do pagamento.

6) Diante das alegações veiculadas indevidamente, os servidores, em sua defesa, adotarão as medidas judiciais cabíveis.

Por fim, lamentavelmente, o Sr. Antônio Pereira de Oliveira aparentemente atribuiu aos servidores do Tribunal de Justiça responsabilidade por estar inconformado com o valor recebido do Sr. Gentil do Monte Soares Neto, em negócio feito entre as partes e com valores estipulados fora do processo.

Pretendemos, pois, com as informações acima prestadas, ter esclarecido tais absurdas e inverídicas declarações.

Cláudio Moreira do Rêgo Filho
Secretário Jurídico do TJ/PI

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